Sobre nós

O Centro de Mangualde é uma unidade industrial responsável pela produção da nova geração de veículos comerciais ligeiros do Groupe PSA

  • Ano de fundação

    1962

  • Atividade

    Centro de produção automóvel

  • Superficie

    78.257 m²

  • Efetivos

    1.000 colaboradores

  • Certificações

    ISO 9001:2015 de Qualidade e ISO 14001:2015 de Ambiente

VEÍCULOS FABRICADOS

O Centro de Produção de Mangualde produz  os seguintes modelos:

  • PEUGEOT PARTNER

Equipado de série com o PEUGEOT i-Cockpit®, inédito nesta categoria, o novo PEUGEOT PARTNER representa uma nova experiência de condução num ambiente que favorece um elevado nível de produtividade.

A PEUGEOT revoluciona, assim, o segmento dos pequenos furgões com uma abordagem eficaz, mais dinâmica e mais generosa que representa a aliança perfeita entre a versatilidade de utilização e o prazer de condução que está no ADN da marca.

  • PEUGEOT RIFTER

O PEUGEOT RIFTER combina um estilo simultaneamente robusto e atrevido. O seu espírito aventureiro torna-o confortável em todos os ambientes, da selva urbana à exploração da natureza no seu estado puro. Equipado com a PEUGEOT i-Cockpit®, o novo PEUGEOT RIFTER deixa a promessa de uma experiência de condução intensa e única na sua categoria, em todas as circunstâncias.

Construído sobre uma nova plataforma, o PEUGEOT RIFTER garante resistência e robustez para enfrentar as utilizações mais exigentes. Disponível em dois comprimentos e dotado de 5 ou 7 lugares, o modelo cultiva versatilidade, modularidade e praticidade. Conta com motorizações eficientes e uma dotação técnica de última geração.

  • CITROEN BERLINGO VAN

Direcionado aos clientes profissionais, o novo furgão Berlingo dá um verdadeiro salto geracional, não só em termos de estilo, mas também em tecnologia, equipamento, robustez, conforto e modularidade, características que lhe valeram a eleição como “Furgão Internacional do Ano 2019”.

Concebido para se adaptar a todo tipo de ofícios, o novo Berlingo começa por apresentar-se no mercado nacional na dimensão M e XL para satisfazer as expectativas dos clientes através de 3 versões – Control, Club e Driver – que diferem entre si em termos de filosofia e tipo de utilização.

O novo Berlingo Van tem um design moderno e robusto, novas tecnologias e 20 ajudas à condução (18 das quais são novas) e o mais avançado registo em termos de modularidade e polivalência, espaços de arrumação e conforto. Qualidades que derivam da adoção de uma nova plataforma e garantem manobras facilitadas para todos os profissionais.

  • CITROËN BERLINGO

O novo Berlingo, terceira geração de um ícone automóvel, dá continuidade à saga do modelo, combinando um carácter simples, funcional e mais inteligente ao serviço da praticidade e do conforto, adotando os novos códigos da Citroën.

Assente numa nova plataforma, conta com 19 tecnologias de assistência à condução, 4 tecnologias de conectividade, mecânicas de última geração e um tipo de ligação ao solo orientada para o conforto. Disponível em 2 versões – M e XL (de 5 e 7 lugares).

  • OPEL COMBO

O novo Opel Combo é um modelo versátil que sobressai, de forma muito especial, com conteúdo tecnológico inédito, níveis elevados de conforto e de versatilidade, grande capacidade de carga e custos de utilização muito baixos. A gama Combo contempla variantes furgão (comercial) e Life (passageiros, com cinco e sete lugares), num leque completo de opções que se ajustam a múltiplos perfis de clientes e de atividades. As eficientes motorizações 1.6 Turbo D (75 e 100 cv) e 1.5 Turbo D (130 cv) são contributo decisivo para a economia de utilização do novo modelo.

FLUXO DE FABRICAÇÃO

  • Ferragem

O processo de fabrico de um automóvel inicia-se na linha de Ferragem, que se ocupa da união das diferentes peças através da soldadura por resistência.

Estas peças são conjuntadas através de calibres pneumáticos com diferentes tamanhos e complexidades distribuídos por diferentes linhas de produção.

Estes grandes conjuntos acabam depois por se unir numa linha de produção principal, onde a carroçaria começa a ganhar forma.
Nas linhas de soldadura, as peças depois de fixas através de elementos mecânicos de accionamento eléctrico e pneumático, são soldadas através de grandes pinças electropneumáticas, que ao fazerem passar uma corrente eléctrica através das chapas (entre 10.000 e 20.000 Amperes), fundem estas através do efeito de joule criando assim a ligação soldada, o chamado ponto de soldadura.

  • Pintura

Define-se como sendo uma sucessão de operações que vão conferir ao veículo capacidade de responder às exigências de resistência às agressões do meio exterior (mecânicas, químicas, etc.), de estanquicidade e estética.

TTS (Túnel de tratamento de superfície): Limpeza, desengorduramento, capacidade anti-corrosão da chapa. Confere também a capacidade de aderência da tinta à chapa.

CATAFORESE: 1ª camada de tinta aplicada através de electrodeposição. Tem como principal objectivo a anti-corrosão da chapa.

ESTANQUECIDADE: Aplicação de mastique que impermeabiliza o veículo à água, ao ruído, ar e aspeto.

BASE COAT 0: 2ª camada de tinta que, para além de conferir resistência anti-gravilha e aos raios UV à chapa, serve de base para aplicação das lacas promovendo o aumento da capacidade de aderência.

BASE COAT 1/2: Tem como principal função dar cor ao veículo. Pode ser opaca (com ou sem verniz = Laca) ou pode ter efeitos metálicos ou nacarados sendo que neste caso o acabamento é feito com verniz.

VERNIZ: Ultima aplicação que confere brilho à carroçaria e também resistência química e mecânica à chapa protegendo-a dos riscos.

  • Montagem

Após a pintura da caixa, o processo seguinte é a montagem. Neste setor, são montadas cerca de 2050 peças e apertados cerca de 600 parafusos e porcas, por cada carro.

Dividido em várias etapas, neste sector são montados todos os componentes, desde as peças iniciais como as cablagens e tabliers, posteriormente os órgãos mecânicos como motor, terminando com a montagem de bancos e revestimentos interiores.

O sector é composto por uma linha principal de montagem, e várias linhas de subconjuntos, que funcionam em síncrono e alimentam a linha principal. No final, o veículo está pronto e é entregue ao departamento de qualidade que confirma o respeito de todos os referenciais de qualidade.

  • Qualidade

A etapa final da produção de um veículo dá-se no Bout d’Usine, onde 100% dos veículos são controlados a nível de aspecto, conformidades, esforço e barulhos.

Aquando da saída do veículo da linha de Montagem, este passa pelo banco de paralelismo onde são regulados os faróis e é alinhada a direcção.
De seguida, o veículo entra no banco polivalente onde são controlados a potência do veículo e sistema de travagem e controlo funcional.

Passando primeiro por uma micropista onde são controlados a ausência de ruídos e verificados a suspensão, o veículo é enviado a um duche onde é submetido a um controlo de estanquicidade.

Por fim e antes do veículo estar pronto para ser entregue ao cliente, o aspecto/conformidade é controlado e avaliado, bem como a componente electrónica.

  • Logística

A missão da Logística é entregar as peças aos fabricantes (Ferragem, Pintura e Montagem e Bout d’Usine) no momento em que elas são precisas, com qualidade e ao menor custo.

Estas peças, transportadas em camiões, são descarregadas, conferidas e armazenadas por tipo de embalagem (contentor ou caixa) em zonas de stock distintas. Na Logística existem 2 grandes armazéns, um na Montagem e outro na Ferragem, divididos nas seguintes zonas: “supermercado” de pequenas caixas, zonas de stock de contentores grandes e área de abastecimento de bases rolantes e ainda zonas de preparação de carrinhos ou caixas para serem entregues às linhas de montagem.

A entrega à linha é feita de 3 formas distintas: caixa a caixa em comboios de distribuição com horários definidos, em contentores transportados por bases rolantes ou então peças preparadas e sequenciadas unitariamente em carrinhos sincronizados com o fluxo de veículos na linha.

Em todo este processo são usados meios de transporte 100% “verdes”, já que a única fonte de energia utilizada é a eléctrica.